segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Desejo-vos um 2013 cheio de sucessos

Poderia aqui fazer uma espécie de balanço deste ano e falar do que de bom e menos bom aconteceu.
Apetece-me. A sério que sim. Até para expurgar alguns estados de alma.
Mas acho que não. Pelo menos por agora.
Fico-me pelos sinceros desejos de um 2013 recheado de sucessos pessoais e profissionais.
Que possam todos viver com dignidade, saúde e harmonia.
Sim. É isto mesmo.
Abraços e beijos às e aos que fazem o favor de me ler e acompanhar.
Um até já... num outro espaço por aí!

domingo, 30 de dezembro de 2012

Baleia morta deu à costa na Figueira da Foz - filme

"A baleia-anã, com cerca de quatro metros, que deu hoje à costa na Figueira da Foz, estaria morta há mais de um mês e chegou a terra devido à agitação marítima dos últimos dias", pode ler-se no site da RTP.
O animal acabaria por ser enterrado no areal, conforme mostra o vídeo.


video
  Texto: RTP/Lusa Vídeo (não editado): Jorge Lemos

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Jornal "O Figueirense" chegou mesmo ao fim...

Esta é a capa da última edição do Jornal O Figueirense, o semanário mais antigo da Figueira da Foz.
Foi um prazer fazer parte deste projeto e ter conhecido tanta gente de bem. Obrigado a todos os que, de uma ou outra forma, comigo/connosco estiveram.
A "viagem" foi boa!
Vemo-nos por aí! Brevemente!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Roubos criativos... tenham cuidado!

Segundo li no diário As Beiras, um homem e três mulheres, em momentos diferentes, foram roubados.
Tudo aconteceu quando terão ido levantar dinheiro ao multibanco. Um par de quilómetros à frente, terão dado conta de um furo no pneu.
Encostaram para mudar quando um homem parou junto e ofereceu ajuda. Sugeriu então que colocassem o triângulo enquanto ele ia mudando o pneu. E assim fizeram.
Depois da preciosa ajuda, lá seguiram todos viagem. Só mais tarde é que perceberam que o tal benemérito lhes havia roubado as carteiras, dinheiro e telemóvel.
Por isso, se tiverem um furo e alguém se oferecer para ajudar, não deixem o carro sozinho.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Feliz Natal a todos!!!!!

Votos sinceros de um Santo e Feliz Natal!
E que o Pai Natal vos dê em dobro o que aos outros desejam!
Deixo-vos um sorriso do meu filhote, Riky. E já agora, espreitem o blogue dele. Encontram uma bela história de Natal contada por ele! É só clicar aqui!

sábado, 15 de dezembro de 2012

Santana Lopes em Buarcos: “Este não é um jantar de lançamento de candidatura nenhuma a nada”

Precisamente no dia em que, há 15 anos trás, conquistava a presidência da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Santana Lopes esteve ontem à noite (dia 14) em Buarcos. Sem surpresas, encheu a sala do restaurante “A Traviata”.


Fernando Alves do Vale e Miguel Almeida falaram das características pessoais do ex-Primeiro Ministro e da obra que deixou neste concelho. Além do Centro de Artes e Espectáculos, falou-se das várias intervenções ao nível da habitação social, cultura, educação, escolas, entre outras.

Rejeitando a “paternidade” total de algumas das obras que inaugurou, Santana Lopes recordou o papel desempenhado por Coelho Jordão, Aguiar de Carvalho e Duarte Silva.

“Nunca gostei tanto de um trabalho como o que fiz nesta terra” – disse.

Depois, passou ao presente de “uma terra que tem tudo” mas que “pode ser mais do que é”. E pela noite fora, ficaram alguns alertas à navegação:

“Não conheço uma terra tão grata como a Figueira da Foz, mas não sejam saudosistas comigo”.

“Este não é um jantar de lançamento de candidatura nenhuma a nada. Eu amo a Figueira e ajudarei no que puder. Mas nunca o farei por amizades ou jogos de interesses, mas sim por um projeto mesmo bom. E que ninguém leve isso a mal”.

“É possível puxar a Figueira da Foz para cima, mas isto não é para qualquer um”.

“Um político tem de servir as populações. É uma vergonha estar anos no poder e deixar os concidadãos igual ou pior do que estavam”.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

“A Figueira tem um défice de estratégia que não lhe permite definir o desenvolvimento de forma integrada”

Diz Nogueira Santos, deputado eleito pelo Movimento FIgueira 100%.


“Apesar da escassez de meios que a Câmara tem, muito há a fazer e muito é possível fazer com os recursos existentes. O «arrumar da casa» não existe e a cidade distingue-se pelo abandono. Para fazer algo não é necessário ter sempre verbas do QREN"
  "O que esteve subjacente na elaboração das listas do Movimento Figueira 100% foi o de ter um conjunto de cidadãos cujas competências profissionais e pessoais lhes permitisse abordar os diversos assuntos em discussão com saber e rigor e não apenas com conhecimentos vagos ou para pôr o braço no ar".

"Nenhum de nós, deputados do Movimento Figueira 100%, se sente muito à vontade particularmente quando os dois partidos do arco do poder se digladiam em discussões sobre as responsabilidades de uns e de outros no actual estado do Município. Constroem discussões absolutamente estéreis, cujo valor acrescentado é praticamente nulo".


"Deveria haver mais empenho da elaboração das listas, pois que sem desprimor para quem lá está, existe um claro déficit de intervenção e manifestação de opinião por parte da maioria dos deputados".   In O Figueirense

domingo, 9 de dezembro de 2012

Papoilas e manjericos - by Filipa Biggi



Filipa Biggi nasceu na Figueira da Foz. Em 1988 termina o curso de Design de Interiores e Equipamento Geral ministrado pelo I.A.D.E. – Escola Internacional de Decoradores, Artistas Gráficos e Designers de Lisboa.

Nesse ano inicia carreira como docente no 3º Ciclo do Ensino Básico leccionando a disciplina de Educação Visual.
O gosto pelo desenho e pela pintura acompanha-a desde sempre. Em 2007 decide trocar a sua atividade profissional pela pintura, a que se dedica a tempo inteiro.
Sem abandonar a concepção de outros géneros e linguagens artísticas, em 2005 começa a dedicar-se a um projeto direcionado exclusivamente para os mais novos, apostando em linguagens simples, que retratam o quotidiano das suas brincadeiras e sonhos.
Decide mostrar ao público os seus trabalhos pela primeira vez em 2006, numa exposição individual no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz. Em 2009 faz a segunda exposição individual no Casino da Figueira da Foz.

Não podendo saber quantas são as histórias que as suas telas contam, porque são tantas quantos os olhos que as vêm, pode no entanto afirmar que todas começam assim: “Era uma vez..”.

EMBARQUE NESTA VIAGEM E CONHEÇA O TRABALHO DA FILIPA! Para clicar... AQUI!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Está frio e chuva… bute ao Shop China??

Temos praia, serra, rio, floresta, lagoas, salinas… e sei lá que mais.
E então? Temos tudo? Não… nada disso.
Conversava há dias com alguém que tenho para mim como homem inteligente, sério, que não se coloca em bicos de pés para chegar a lado algum, ao contrário de outros.
E a dada altura, falávamos do que a Figueira tem para oferecer a quem nos visita. Não no Verão, porque nessa altura, bem ou mal, existem sempre ocupações.

Mas e agora? Em pleno Inverno?
Quem cá mora, o que tem para se distrair das agruras que o próprio dia-a-dia nos oferece?
O meu filho tem oito anos. Mantê-lo em casa um fim de semana inteiro, não me parece bem, não é saudável. E então o que fazer? Chove, está frio, pelo que o habitual passeio à beira mar não se afigura tarefa fácil ou apetecível.
A solução? É fácil. Pego nele, visto-lhe um casaquito, um gorro e umas luvas, chamo a “maria” e lá vamos todos contentes visitar o Jumbo. Ao fim de meia hora (a andar devagar e a parar em todos os apeadeiros) está tudo visto!

Que fazer agora? «Bute» ao Shop China… pelo menos passa-se mais meia horita!
E depois? Bem, vamos ao Lidl comprar uma baguete para o lanche. E “prontos” – como alguns dizem –, está passado o dia!

Adoro a Figueira da Foz. Mas é o que temos. E pouco mais.

PS: esqueci-me da visita ao Intermarché e no regresso a casa paragem no E. Leclerc e depois um saltito ao Pingo Doce.

Marques Mendes: Vítor Gaspar está «a gozar com o pagode»

Marques Mendes defendeu esta quinta-feira na TVI24 que as declarações do ministro das Finanças, sobre a possibilidade de Portugal ter as algumas das mesmas condições de empréstimo da Grécia, são de quem está a «gozar com o pagode».

Mais declarações aqui

domingo, 2 de dezembro de 2012

Sessões solenes? Uma seca! Mas terá de ser assim mesmo??

Sessões solenes... muito bem... ou não.
Há quase 20 anos, por questões profissionais, que tenho assistido a sessões solenes que marcam este ou aquele aniversário nesta ou naquela coletividade, nesta ou naquela instituição.
Com raríssimas excepções, o modelo é precisamente o mesmo! Começa-se sempre tarde, canta-se o hino, lê-se o expediente e lá se entra no extenso caminho dos discursos. Muitos discursos!
Fala toda a gente, em representação de tudo o que é instituição.

Tenho para mim que uma sessão solene deve assinalar uma data marcante: 20, 30, 40, 50, anos. Ao fazer-se todos os anos, sem parar, torna-se "vulgar".
Pouco mais é do que um cumprir de calendário, perdendo a tal solenidade, um acto maior.

Mas antes vem a parte que mais me tira do sério: os cumprimentos e "salamalecos"!
- "Boa noite Excelentíssimo Presidente Daqui;
- "Boa noite Excelentíssimo Presidente Dali;
- "Boa noite Excelentíssimo Presidente Dacolá;
- Boa noite meu querido amigo Senhor de tal...

Não seria mais fácil dizer apenas um "boa tarde", ou "boa noite" a todos os presentes? E assim se perdem 10 minutos nestas trocas de galhardetes. E o povo sentadinho, a ouvir, pois claro.

Voltando aos discursos, não seria mais prático apenas um ou dois? Um responsável pela "casa" e um orador convidado?
É que muita boa gente não vai às sessões solenes porque está farta de discursos e mais discursos. E esta não é apenas a minha opinião, acreditem que não!
Quando às vezes pergunto a um conhecido se vai a esta ou aquela sessão, normalmente a resposta é: "não, pá. aquilo é uma seca, o mesmo de sempre!".

Há quem opte por modelos alternativos. O Sporting Clube Figueirense, que ontem comemorou 94 anos de história, optou por um espectáculo que assinala o aniversário. Nada de sessões solenes ou discursos.
A decisão foi criticada por uns e aplaudida por outros. Eu, que nada tenho a ver com o clube, acho muito bem.

Se a intenção é ter gente, ter vida e sobretudo muita juventude nas colectividades, estas devem modernizar-se. Não quero com isto dizer que devem rasgar com o passado. Nada disso. Apenas perceber que o passado já lá vai. O presente é hoje. Há, pois, que encontrar novos modelos condizentes com os tempos em que vivemos.
Até porque a ausência de público - acredito - é altamente frustrante para os que se entregam de alma e coração a estas sessões solenes. Que fazem de tudo um pouco para que tudo corra bem. E depois, meia dúzia de pessoas na sala.

Para os que não concordam com esta opinião e entendem que o melhor é fazer igual e não diferente... paciência.
Temos todos de respeitar a pluralidade de ideias. Mas também partilhá-las. A ver se algo muda. Digo eu...