Foi sábado passado, no pavilhão Jorge Galamba Marques (Ginásio Clube Figueirense) que aconteceu mais uma festa da solidariedade a favor da pequena Margarida, filha do Fausto e da Sandra.
"A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original". Albert Einstein
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Estátua "A Preguiça" foi «devolvida» aos figueirenses
Entrevista a Laranjeira Santos, escultor de «A Preguiça», emblemática estátua hoje «devolvida» aos figueirenses. Vídeo em Figueira Na Hora.
Foto-reportagem acompanhada de texto aqui.
Autoria: Andreia Gouveia.
Goodbye my friend.
Did I disappoint you or let you down?
Should I be feeling guilty or let the judges frown?
'Cause I saw the end before we'd begun,
Yes I saw you were blinded and I knew I had won.
So I took what's mine by eternal right.
Took your soul out into the night.
It may be over but it won't stop there,
I am here for you if you'd only care.
You touched my heart you touched my soul.
You changed my life and all my goals.
And love is blind and that I knew when,
My heart was blinded by you.
I've kissed your lips and held your hand.
Shared your dreams and shared your bed.
I know you well, I know your smell.
I've been addicted to you.
[x2]
Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.
I am a dreamer and when I wake,
You can't break my spirit - it's my dreams you take.
And as you move on, remember me,
Remember us and all we used to be
I've seen you cry, I've seen you smile.
I've watched you sleeping for a while.
I'd be the father of your child.
I'd spend a lifetime with you.
I know your fears and you know mine.
We've had our doubts but now we're fine,
And I love you, I swear that's true.
I cannot live without you.
[x2]
Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.
And I still hold your hand in mine.
In mine when I'm asleep.
And I will bare my soul in time,
When I'm kneeling at your feet.
[x2]
Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.
I'm so hollow, baby, I'm so hollow.
I'm so, I'm so, I'm so hollow.
I'm so hollow, baby, I'm so hollow.
I'm so, I'm so, I'm so hollow.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Mr. Barry White is singing...
My first, my last, my everything.
And the answer to all my dreams.
You're my sun, my moon, my guiding star.
My kind of wonderful, that's what you are
I know there's only, only one like you.
There's no way, they could have made two
You're all I'm living for,
Your love I'll keep for evermore,
You're the first, you're the last, my everything.
In you I've found so many things
A love so new only you could bring
Can't you see if you,
You'll make me feel this way.
You're like a first morning dew on a brand new day.
I see so many way that I
can love you,Till the day I die.
You're my reality, yet I'm lost in a dream.
You're the first, the last, my everything
* Instrumental *
I know there's only, only one like you.
There's no way they could have made two.
Girl you're my reality
But I'm lost in a dream
You're the first, you're the last, my everything
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
Solidão
Um destes dias acabei de trabalhar por volta das 23h00. Saí e em vez de fazer o caminho mais curto para casa, dei uma pequena volta pela baixa da cidade, a pé.
Em meia hora pude observar melhor algo que sempre tive presente como um mal maior: a solidão.
Desde a entrada da cidade, passando pela Rua da República até ao Jardim, cruzei-me com uma dezena de pessoas. A espaços, reparei que os seus olhos, a postura física, pouca vida tinham.
Parei num café na Praça 8 de Maio. Sentei-me e pedi algo. A meu lado, um homem e uma mulher ocupavam duas mesas. Nem um nem outro se faziam sentir. Estavam apenas, não eram.
Olhavam em redor na tentativa de fazer acelerar os ponteiros do relógio. Esperança vã.
Cinco minutos mais tarde, alguém passou e lançou um «boa noite» ao senhor do meu lado esquerdo. Foi o suficiente para que levantasse a cabeça e se sentasse melhor na cadeira. Percebi que precisava de algo. Que precisava de ajuda. Que aguardava algo. Mas nada.
A conversa não apareceu. Ele ansiava por um pouco de algo que lhe minimizasse a dor de não ter com quem falar. Que reduzisse a solidão. Pediu-me um cigarro.
A senhora à minha frente levantou-se e foi buscar mais um café. Era o terceiro em meia hora. Não vi um único movimento naquele rosto que me desse a entender se estaria cansada, triste ou simplesmente magoada. Vi apenas mais um vazio de alma. Como que se naquela noite a vida fosse apenas um contar de horas que se estendem em dias e semanas que não agarram uma confiança de um dia melhor.
Levantei-me e fui andar um pouco. Outros rostos cruzaram-se com o meu e em todos, àquela hora, perto da meia noite, apenas um grande nada.
Olhei para a zona da beira rio e vi dois casais a passear, de mão dada. Um conversava, o outro apenas se agarrava. À distância, não percebi o que diziam, mas diziam algo. Tinham com quem falar. Ou pelo menos, uma forma de sentir uma vida a tocar-lhes. Uma mão, um carinho, um abraço, um calor. Estavam felizes.
Perto de mim, do outro lado da estrada, tudo era diferente. Apenas uma senhora já com alguma idade conversava com o seu cãozinho. Chamava-lhe bebé…
Julgo que sempre estive atento à solidão. Mas hoje, talvez fruto da idade e da vivência, percebo quando me dizem que a vida pouco é. Mesmo quando damos a conhecer o que de bom a vida tem, o que de belo tem, os lados mais positivos, nada prevalece num corpo que se recusa a deixar entrar a luz. Num corpo vedado com e pelas amarguras da vida.
Não é uma questão de escolha, ao contrário do que se diz. É tudo uma questão de vida. Ou falta dela.
Curioso é que alguns dos que com quem me cruzei vi-os à tarde. Nem pareciam as mesmas pessoas. Antes, riam, conversavam. Depois, apenas estavam.
Escondem a solidão, o isolamento, com uma máscara que por vezes tudo e todos engana. Arranjam-se artimanhas e esquemas para que o dia passe de forma o menos desagradável possível. Escudam-se em posturas e atitudes que à noite completamente caem por terra.
É triste, muito triste mesmo.
E percebi, uma vez mais, o quanto a solidão pode ser devastadora.
O quanto o silêncio pode ferir profundamente, deixando marcas e cicatrizes que nunca irão fechar.
Desejei que tudo fosse diferente com aquela (in)certeza que temos quando rezamos ou oramos a alguém e não sabemos se nos ouvem. Mas fazemo-lo na mesma, na esperança de que afinal alguém nos escuta.
E não percebemos como ali se chegou. Como aqueles rostos conseguem viver os seus dias nesta amargura que soma dor todos os dias.
Em meia hora pude observar melhor algo que sempre tive presente como um mal maior: a solidão.
Desde a entrada da cidade, passando pela Rua da República até ao Jardim, cruzei-me com uma dezena de pessoas. A espaços, reparei que os seus olhos, a postura física, pouca vida tinham.
Parei num café na Praça 8 de Maio. Sentei-me e pedi algo. A meu lado, um homem e uma mulher ocupavam duas mesas. Nem um nem outro se faziam sentir. Estavam apenas, não eram.
Olhavam em redor na tentativa de fazer acelerar os ponteiros do relógio. Esperança vã.
Cinco minutos mais tarde, alguém passou e lançou um «boa noite» ao senhor do meu lado esquerdo. Foi o suficiente para que levantasse a cabeça e se sentasse melhor na cadeira. Percebi que precisava de algo. Que precisava de ajuda. Que aguardava algo. Mas nada.
A conversa não apareceu. Ele ansiava por um pouco de algo que lhe minimizasse a dor de não ter com quem falar. Que reduzisse a solidão. Pediu-me um cigarro.
A senhora à minha frente levantou-se e foi buscar mais um café. Era o terceiro em meia hora. Não vi um único movimento naquele rosto que me desse a entender se estaria cansada, triste ou simplesmente magoada. Vi apenas mais um vazio de alma. Como que se naquela noite a vida fosse apenas um contar de horas que se estendem em dias e semanas que não agarram uma confiança de um dia melhor.
Levantei-me e fui andar um pouco. Outros rostos cruzaram-se com o meu e em todos, àquela hora, perto da meia noite, apenas um grande nada.
Olhei para a zona da beira rio e vi dois casais a passear, de mão dada. Um conversava, o outro apenas se agarrava. À distância, não percebi o que diziam, mas diziam algo. Tinham com quem falar. Ou pelo menos, uma forma de sentir uma vida a tocar-lhes. Uma mão, um carinho, um abraço, um calor. Estavam felizes.
Perto de mim, do outro lado da estrada, tudo era diferente. Apenas uma senhora já com alguma idade conversava com o seu cãozinho. Chamava-lhe bebé…
Julgo que sempre estive atento à solidão. Mas hoje, talvez fruto da idade e da vivência, percebo quando me dizem que a vida pouco é. Mesmo quando damos a conhecer o que de bom a vida tem, o que de belo tem, os lados mais positivos, nada prevalece num corpo que se recusa a deixar entrar a luz. Num corpo vedado com e pelas amarguras da vida.
Não é uma questão de escolha, ao contrário do que se diz. É tudo uma questão de vida. Ou falta dela.
Curioso é que alguns dos que com quem me cruzei vi-os à tarde. Nem pareciam as mesmas pessoas. Antes, riam, conversavam. Depois, apenas estavam.
Escondem a solidão, o isolamento, com uma máscara que por vezes tudo e todos engana. Arranjam-se artimanhas e esquemas para que o dia passe de forma o menos desagradável possível. Escudam-se em posturas e atitudes que à noite completamente caem por terra.
É triste, muito triste mesmo.
E percebi, uma vez mais, o quanto a solidão pode ser devastadora.
O quanto o silêncio pode ferir profundamente, deixando marcas e cicatrizes que nunca irão fechar.
Desejei que tudo fosse diferente com aquela (in)certeza que temos quando rezamos ou oramos a alguém e não sabemos se nos ouvem. Mas fazemo-lo na mesma, na esperança de que afinal alguém nos escuta.
E não percebemos como ali se chegou. Como aqueles rostos conseguem viver os seus dias nesta amargura que soma dor todos os dias.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Debate autárquico: candidatos falam sobre o futuro da Figueira da Foz
A entrada é livre mas limitada à capacidade do auditório.
João Paz, Jorge Monteiro, António Baião, Miguel Almeida e João Ataíde juntam-se num fórum moderado por José Cardoso Bernardes para falar sobre o tema «Figueira, que futuro?».
A Consultraining lançou um repto a todos os figueirenses: um inquérito sobre a actualidade da Figueira da Foz. Este inquérito servirá de base para o debate que se irá realizar. Para responder ao inquérito clique em http://bit.ly/inquerito-figueira
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