sexta-feira, 26 de abril de 2013

Cancro da Mama: «Passeio Motard Com Elas» ajuda a superar a doença

Fernanda Mendes não é uma mulher comum. Sem buscar protagonismos, todos os dias faz um brinde à vida vivendo-a ao máximo, aproveitando cada segundo e dedicando-o também a outras mulheres que, como ela, passaram e passam pelo turbilhão de emoções de quem sente a crueldade do cancro.

A 11 de dezembro passado Fernanda fez uma mastectomia. Não se deixou abalar e – conta – “neste novo processo de vida, tento agarrar-me às coisas que me dão prazer de fazer”.

No fim de semana passado promoveu um passeio motard feminino.

“A iniciativa foi minha com colaboração da Sara e da Carla, da Escola de Condução das Abadias, onde tirei a carta de condução de motociclos o ano passado”, explica Fernanda Mendes para quem a ideia foi simples: passear, juntar pessoas e aprofundar amizades.

in: Figueira na Hora

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Roubo de cabos elétricos deixou sem energia várias freguesias e algumas empresas

Toda a informação em:

https://www.facebook.com/FigueiraNaHora

Carlos Fernandes explica eventual candidatura à Câmara pelo Movimento Figueira 100%



"(...) Há algumas semanas, pessoas com responsabilidade ligadas ao Movimento Figueira 100% me abordaram acerca da minha disponibilidade para uma eventual candidatura (entre outras possíveis) à Câmara Municipal da Figueira da Foz pelo Movimento.
Posto isto, afirmo que ao contrário do que tem sido noticiado, não existe qualquer compromisso com o Movimento, para além de que existem outros convites e projetos sobre os quais estou a ponderar, continuando apesar de tudo disponível, como sempre estive ao longo dos meus últimos 30 anos de vida, para dar o meu contributo à Figueira da Foz".

Entrevista de Carlos Fernandes ao «Figueira na Hora»

terça-feira, 23 de abril de 2013

Anonimato

Tendo recebido algumas mensagens anónimas, cumpre informar que não serão publicadas.
O 25 de Abril abriu várias portas, uma delas o direito à livre opinião. Pelo que comentários, seja de que índole for, só "assinados".
Opinião, sim. Mas aqui, só assumida.

domingo, 21 de abril de 2013

A paz, o peixe e a cantiga - opinião de José Luis Sousa

A paz, o peixe e a cantiga

Nota mental: nas notícias, os títulos querem-se curtos. Na opinião, não. É ao gosto de cada um. E assim, o título desta crónica deve antes ler-se “o João é da paz, o Miguel perdeu o peixe e o Carlos avô da cantiga”. Comecemos, então…

Quem elegeu o João, vai para quatro anos, esperava, certamente, uma mudança radical, pelo menos de atitude, isto quando comparada com a dos dois anteriores mandatos.
Um juiz, logo, as doses certas de autoritarismo – tantas vezes necessário – mas também de compreensão pelos problemas de cada um, do comum cidadão, quanto mais não fosse por ter integrado uma qualquer comissão de direitos humanos.
Afinal, saiu-nos assim uma espécie de julgado de paz. Com excepção dos últimos meses – por razões eleitorais ou porque a paciência tem limites – temos assistido a uma transformação, ainda que ténue. Mas, para o que realmente interessa, tudo em paz. Eu, que até sou adepto de murros na mesa, quando estes se impõem, confesso-me desiludido. Porque, no fim de contas, garotos políticos e outros imprestáveis da sociedade, vão continuar alegremente a mandar neste Portugal de rastos. E por aqui me fico, que muito haverá, certamente, para dizer nos meses que se avizinham.
Já o Miguel ensaiou, há uns meses (ou será que já passou um ano, ou mais?) assim como quem lança o barro à parede a ver se pega, um logótipo do qual já poucos se lembram. Foi tal o (in)sucesso da iniciativa – ainda Miguel era possível candidato a candidato, recusando símbolos partidários por perto – que aquilo que lembrava, vagamente, um coração com um peixe e outros símbolos da Figueira lá dentro, desapareceu de circulação. Pena tenho de não o ter guardado para o poder mostrar – que a memória das pessoas é curta – mas nada… puff!! Foi um ar que lhe deu!
O peixe foi agora trocado por uma dupla onda, essa sim que aparece a suportar – ou a varrer, porque, nunca esqueçamos, o poder do mar é imenso – a candidatura. Vale a Miguel a vantagem de gostar a sério da cidade onde nasceu e cresceu. Mas será que isso vai valer tudo? Veremos!
Falta o Carlos. O Carlos é um desconhecido da maioria das pessoas, a não ser daqueles que, em alguma altura da vida, na Figueira, ou noutros locais do País, com ele conviveram, pessoal ou profissionalmente. O Carlos é um distinto professor universitário em Aveiro, psicólogo de renome, antigo comentador de programas televisivos na sua área, e eu, que o conheço vai para mais de 20 anos, reconheço-lhe, sem dúvida, grandes capacidades profissionais.
Mas o Carlos - que se prepara para ser indicado oficialmente como candidato camarário do movimento de cidadãos que já foi 100 por Cento – sujeitou-se a ser entrevistado, como quem se candidata a um emprego, antes de ser (o) escolhido. Isto a fazer fé nas viperinas línguas cá da terra!
O Carlos não é político, nunca o será. Andou por aí, há uns anos, a exercitar a cidadania em apoio a um tal de Arrobas da Silva, um advogado alfacinha que também tinha em mente – dizia ele - chegar a presidente da Câmara da Figueira, mas pouco mais.
E temo, a concretizar-se a candidatura, o Carlos vai ficar na história, (se a história o lembrar) como bode expiatório do canto do cisne de um projeto, hoje sabemos falhado, que muito prometeu pela diferença em relação aos partidos. Um movimento que, precisamente, onde mais se destacou, foi por pecar por omissão, ou dito por outras palavras, por na hora da verdade fazer igual ao que os partidos têm de pior.
Resta explicar porque é o Carlos avô da cantiga: sendo o filho autor do inenarrável hino do tal movimento, o Carlos é o avô! Piada seca esta, admito. Mas os tempos atuais também não dão vontade nenhuma de rir…!
Nota: Aos domingos, o jornalista José Luis Sousa assina uma crónica no «Figueira Na Hora»

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Ténis: figueirense Diogo Monteiro é «jogador do ano» (EUA)


O figueirense Diogo Monteiro voltou a destacar-se no panorama desportivo universitário norte-americano ao ser seleccionado como «jogador do ano» do «West Virginia Intercollegiate Athletic Conference».
O tenista, que estuda na Concord University, tem vindo a somar várias nomeações, sendo esta última considerada como a mais prestigiada da liga júnior.
O desempenho e mérito de Diogo Monteiro foi também motivo de destaque noutros meios: o «Intercollegiate Tennis Association (ITA)» colocou o figueirense no 12.º lugar do ranking da «Atlantic Region».
Refira-se que desde 2005 que a Concord University não tinha um atleta nomeado como «jogador do ano». O último foi Mark O'Neill.


quinta-feira, 18 de abril de 2013

O ÚLTIMO A CHEGAR AO GOVERNO É TÓTÓ. 1,2,3!

Como toda a gente sabe, há duas maneiras de encher uma banheira com um boneco de plástico no seu interior. A primeira é ir enchendo a banheira normalmente, ignorando literalmente a presença do boneco de plástico no seu interior. A segunda é ir enchendo a banheira, efectuando investidas de chuveiro contra o boneco de plástico, obrigando-o a lutar contra um iminente afogamento. 
Pois bem, há dias a minha filha apanhou-me a encher a banheira. Não da maneira adulta e segundo a convenção de Genebra, mas de chuveiro na mão, efectuando investidas contra um super-homem de plástico, esquecido no seu interior. Soltou um suspiro prolongado e ao mesmo tempo que o super-homem implorava clemência por entre dois pirolitos, exclamou, do alto de toda a sua maturidade de 7 anos e meio: “oh pai, que infantil!”. Ao que eu respondi, no seguimento da infantilidade que o momento entretanto exigira: “quem o diz, quem o é, cala a boca, jacaré”.
Nesse mesmo dia circulava pelas redes sociais um vídeo de apenas 14 segundos, com um grau de infantilidade muito semelhante ao episódio anterior (http://www.youtube.com/watch?v=uKTTfXtd6WY).
Os primeiros 5 segundos mostram António José Seguro a reafirmar a sua disponibilidade para substituir o governo. Sem tempo para suspiros, a jornalista, do alto de toda a sua maturidade, faz a pergunta que se impunha: “e como é que se vão substituir estes mil e duzentos milhões de euros [que o TC chumbou]?”. Ao que o menino Tó Zé responde, com ar de quem acaba de descobrir o elixir da juventude eterna: “quem cometeu o erro e quem criou o problema que o resolva”.
Estamos assim na presença de um potencial futuro primeiro-ministro, supostamente preparado para substituir o actual governo, mas indisponível para resolver os problemas entretanto criados pelo futuro ex-primeiro-ministro. António José Seguro aspira governar o país. O menino Tó Zé só quer um poleiro. António José Seguro sonha tornar-se líder do povo. O menino Tó Zé imagina-se apenas como o rei dos gazeteiros. António José Seguro grita “demitam-se!”. O menino Tó Zé lamenta-se “assim não brinco…”. 
Não basta ser líder da oposição para se chegar a primeiro-ministro. Assim como não me basta fazer brincadeiras na água com um super-homem de plástico para me tornar director executivo da Toys”R”Us.

(Crónica de Pedro Silva aqui)